Quem Somos

                    Somos uma equipe de aproximadamente dez pessoas convivendo aqui no trabalho de cada dia, para que os hóspedes venham, aproveitem e saiam felizes com o investimento. 

                   Inicialmente, em 1999 o Jardim Suspenso era lugar de produção musical, audiovisual e de eventos. Hoje somos uma pousada com essa peculiar tradição musical. Esse ano teremos nossa 18ª Temporada de Jazz, que acontece apenas nos cinco sábados de outubro.

                   Nossa proposta é o sossego junto à natureza, com o amparo de nossa equipe.

                  Pulsante em nosso DNA: natureza, viagens, música, vídeo, teatro, arquitetura, agronomia, a vida secreta das plantas, rss, tudo junto e misturado. Talvez o resumo da ópera seja o entusiasmo em projetar a vida.

                   A meta é caminhar na direção do ecológicamente melhor possível, investindo em energia limpa, reflorestando com espécies nativas, dando especial atenção a gestão de residuos, enfim, temos um longo caminho a percorrer. Que venha logo o tempo em que o hóspede virá aqui compartilhar ao vivo essa maravilha de ambiente que é a Mantiqueira com a certeza de ter participado de um projeto não poluente e melhorador da biodiversidade, até então diminuida pela agricultura e pecuaria.

                    Sou mais um João do Brasil, porem, dos que acreditam na importância do ritual que é planejar uma pausa na rotina e ir viajar. 

                Nasci em São Paulo, abril de 1966, morei na Pompéia até 1972 e Alto da Lapa até 1985, fiz agronomia na ESALQ/USP. Em 1992, formado, fui parar por quase 2 anos na Alemanha, em Tübingen, cidade medieval e universitária onde viveram Herman Hesse e Engles. Trabalhei em diversos sub-empregos possíveis e inimagináveis, ensinando capoeira que aprendi durante a agronomia, e alem de faxineiro, doméstico, leão de chácara, limpador de neve das calçadas, peão de obra, entregador de jornal, carregador de moveis em mudanças, fazedor de caipirinhas em discoteca, faxineiro de hospital, catador de lixo em meio a nevascas (ai meus dedos do pé estão congelando) capinador e conselheiro de uma firma de paisagismo, aprendi um tanto da língua alemã em uma escolinha grátis para asilados políticos que mais parecia a escolinha do Prof. Raimundo, do Paraguai ao Sirilanka, super etnicamente diversificado, aquilo sim era biodiversidade. Cheguei ao meu clímax profissional alemão como responsável pelo paisagismo de um clube de golfe em uma cidade ao lado. Pra lá e pra cá de bicicleta.

Como percussionista tocando em bares, casas noturnas e na rua, com meu parceiro de samba Rogerinho. Já dizia Jackson do Pandeiro, "É samba que eles querem, lá vai". Também meio baixista até hoje.

                    Tempo bom!

                    Depois, com ajuda da paciente santa e perseverantíssima família, consegui um paitrocínio para um curso de Inglês em Denver/Colorado/EUA. Fiz e fiquei basicamente como percussionista em um grupo. Trabalhei também como professor de capoeira em um clube esportivo.

                    Fiz um curso da prefeitura de Denver, de produção de programas para TV aberta.

                    Depois, compramos (eu e a Silvia) um motorhome quase novo, 1973 (US 2600,00 rachados em dois) e saimos filmando e fotografando alguns parques nacionais da região central dos EUA. De North Dakota ao Novo México. Por incrível que pareça, a jabiraca não quebrou nenhuma vez.

                    Venceu o prazo de nosso visto e após quase 2 anos, voltamos à Pátria amada, Brasil.

                    Graças a Deus, com o apoio de meus incansaveis pais, compramos o sítio aqui em Santo Antônio do Pinhal em abril de 1997.

 

                    Por que o nome de Jardim Suspenso da Babilônia?

 

 

                    Procurava um lugar para produzir música, hortaliças, frutas, conviver mais com a natureza, animais, buscava qualidade de vida, fora da Babilônia que são as grandes cidades, fora da confusão, da violência e ilusão de consumo das grandes cidades. Precisava enraizar em um lugar mais tranqüilo, fora, destacado ou suspenso das Babilônias. Uma utopia? Não, venha conhecer nosso Jardim Suspenso, aliás, super Suspenso, em um lugar bem especial. Já imaginou acordar todos os dias com esse visual e não ter que utilizar nenhum meio de transporte p/ ir trabalhar?

                    É verdade que às vezes fujo daqui e vou correndo pra São Paulo pegar um filminho, sair à noite me sentindo desconhecido, rever velhos e bons amigos, dar um trago profundo em um escapamento de ônibus, enfim curtir a Babilônia São Paulo quando me dá saudades.

                    Mas o projeto Suspenso da Babilônia do momento é conhecer o mundão pelo prazer do aprendizado e para desenvolver nosso molho cultural, na arquitetura, culinaria, hotelaria, música, video, nas estorias para os netos, essas coisas. Bora ?

                    Viajar é preciso. Venha para o Jardim Suspenso da Babilônia.

 

         

 

       

Eu sou a Silvia e moro aqui também no Jardim Suspenso.
Também fui criada em São Paulo, mais precisamente no Alto da Lapa e "coincidentemente" eu e o João nos conhecemos desde lá, porém cada um tomou um rumo até nos encontrarmos novamente já mais crescidinhos.
Sou formada em Jornalismo, mas desde minha vida universitária me envolvi com teatro, participando e fundando um grupo na Faculdade. Estudava de manhã e à noite fazia parte desse grupo até entrar profissionalmente na carreira de atriz. Trabalhei bastante e me apresentei em vários teatros paulistanos e do Brasil e consegui até sobreviver dessa arte durante um bom período de minha vida (acreditem ou não). Cheguei até a ir para Dinamarca com um espetáculo que fazia parte de um projeto Dano-Brasileiro. De lá pra cá, muita coisa aconteceu. Findado o projeto eu quis aproveitar a oportunidade e dar um giro pela Europa, o que já estava muito próximo, antes de voltar ao Brasil. O que eu não sabia é que esse giro ia ser um pouco mais longo e maior; resumindo: acabei ficando 7 anos fora do Brasil ( voltei apenas uma vez ) e morei em vários países tais como: Inglaterra, Tailândia, Japão, Hong Kong, Filipinas entre outros que visitei, mas para isso trabalhava ou fazia "bicos" em bares, restaurantes, casas de família, Moda, performances, atriz, modelo de prova e por aí ia, sempre me virando e com muito pique pois dependendo do lugar ganhava-se bem e dava pra economizar e gastar esse dinheiro num paradise asiático que com a moeda japonesa ou o dólar de Hong Kong dava pra render bem. Foi uma experiência única que me acrescentou e muito na vida.
De volta ao Brasil, não tinha muito certeza se queria ainda continuar essa batalha de se seguir uma carreira artística. Não me animei muito ao perceber que o número de atores havia se multiplicado muito e que a concorrência estava muito, mas muito maior mesmo, a impressão que eu tinha que essa profissão se comparava à uma peste ou erva daninha, brotando em todo lugar. Mesmo assim ainda tive oportunidade de fazer alguns trabalhos que, diga-se de passagem, foram muito legais só que não dava para sobreviver, então me vi em São Paulo me dividindo entre professora particular de Inglês e atriz até eu reencontrar o João que depois de irmos juntos pra Denver, resolveu na volta ao Brasil construir o Jardim Suspenso.
Bem, portanto aqui estou eu, de vez em quando até faço um trabalho ou outro em São Paulo como atriz, mas desde então nos especializamos em trabalhar com eventos culturais e produção audiovisual, além da pousada.
Temos vários projetos elaborados, envolvendo cultura e desenvolvimento social.
Ultimamente tenho participado e realizado alguns projetos de educação ambiental com teatro, ou só como atriz ( ex: Deca-Duratex, Comitê das Bacias Hidrográficas da Serra da Mantiqueira), ou também como idealizadora  do "ÁGUA DOCE, TAREFA SALGADA" , projeto direcionado à crianças de 5 a 12 anos desenvolvido aqui no Jardim Suspenso, aproveitando toda a natureza que o cerca e o Espaço Cultural; onde então é realizada uma trilha eco perceptiva monitorada por um profissional e uma peça teatral interativa, escrita por Márcio Araújo ( atual personal writer da Xuxa) onde eu atuo.

Depois de tantas andanças pelo mundo, nunca mais viajei. Se é que ainda falta algo na minha vida... seria sair pelo mundo fazendo documentários, mas até aqui, nada tenho a reclamar, só agradecer ( principalmente à você que leu isso até o final ).
Essa é a minha "historinha" até aqui.
Muito obrigada a Deus, meus saudozíssimos Dr.Márcio e Dona Zuleika, meus irmãos e ao João que me deu oportunidade de morar nesse lugar lindo!

© 2014 por Pousada Jardim Suspenso da Babilônia

Criado por OnurB

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